por F. Morais Gomes

20
Abr 11

Hoje em vez da habitual história, uma pausa para falar da causa do restauro do chalé da Condessa, quase concluído e que a Alagamares vem acompanhando e defendendo há mais de 5 anos. Para tanto sugeria a leitura dos textos sobre a luta cívica pelo restauro que cidadãos de Sintra promoveram (links abaixo), e a visualização de 2 pequenos filmes, um  sobre a recuperação dos jardins envolventes, e outro, de Pedro Macieira, sobre uma das várias visitas de sensibilização promovidas. No final, um poema de Maria Almira Medina escrito para essa visita e por si lido no local. Quando o Verbo se harmoniza com a Verba as coisas nascem e avançam.5 anos de persistência, que contudo, não acaba aqui, mas encerra uma primeira e importante etapa.

Textos em:

 

http://www.alagamares.net/alagamares-informacao/artigos/noticias/561-chale-da-condessa-a-fenix-renasceu

 

http://www.alagamares.net/documentos/item/downloads/dossier-chalet-da-condessa-por-fernando-morais-gomes

 

 

 

 

 

 

Poema de Maria Almira Medina-  Chalé da Condessa, 2 de Março de 2008

 

Pés vegetais descobriram caminhos

longitudinais

Logo troncos asrbóreos verticalizaram  os sonhos

                                     de navegação em verde

na busca de muitas outras índias mais

Depois

os fetos

tais desenhos de mãos e dedos

a acariciar dolentes os penedos

linguajaram falas alegrias mágoas

num diálogo poliglota banhado de águas

Então as flores da cameleira rebentaram

em notas musicais

o pitósporo odorizou a primavera inteira

o junípero a tília a magnólia e o

eucalipto "obliqua" marcaram uma etapa de amor

uma chegada

 

 

 

 

o farol da viagem era a casa

com seus olhos de lume e boca incendiada

 

 

publicado por Fernando Morais Gomes às 09:01

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