por F. Morais Gomes

25
Abr 11

Ele deu a cara, o corpo, o ânimo. Na madrugada inicial do resto das nossas vidas foi o rosto descoberto, o povo armado, o primeiro cravo. Nunca na ribalta dos interesses ou nos corredores do poder. Morreu precoce, doente e anónimo. Outros que hoje o incensam e exercem o poder que ele devolveu,negaram uma merecida pensão à viúva, quando, como Zeca, saiu de cena, ambos atrás da gaivota que por esse tempo voava.... Ele, não mais um capitão desse Abril, mas O Capitão de Abril. Para quando a estátua a Salgueiro Maia no Largo do Carmo?

publicado por Fernando Morais Gomes às 14:00

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